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Até mesmo devotos de Bergoglio admitem: "Francisco está citando mal o Direito Canônico"

Papa Francisco disse, em 21 de junho, no avião que o transportava de Genebra, que o direito canônico permite que bispos, mas não conferências episcopais, introduzam a intercomunhão.

Francisco chamou a sacrílega proposta alemã sobre a intercomunhão de "não uma novidade", "bem feita", "um documento restritivo", "bem pensado", "com espírito eclesiástico", afirmando que condiz com o direito canônico.

De acordo com Francisco, bispos, individualmente, têm o direito de decidir sobre a intercomunhão [o que não é verdade].

Até mesmo o jornalista bergogliano, Robert Mickens, que tinha insultado Bento XVI como "o rato", disse no Twitter, em 22 de junho, que Francisco entendeu isso "de maneira muito equívoca" e que ele está "citando mal" o direito canônico.

O cân. 844 permite que não-católicos recebam a Comunhão "se o perigo de morte está presente ou se, no julgamento do bispo diocesano ou da conferência episcopal [sic!], alguma outra necessidade grave exista."

Matrimônios mistos não são, e nem casamento algum deve ser, uma "grave necessidade".

Fotografia: © Mazur/catholicnews.org.uk CC BY-NC-SA, #newsIvapznwpxi