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Santa Sé agora promove oficialmente o aborto e a contracepção

O cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado do Vaticano, participou, em 10 de dezembro, de uma conferência em Marraquexe, a qual concordou com o Global Compact for Migration das Nações Unidas.

Seu esboço final contém 23 objetivos, sem fazer distinção entre imigrantes ilegais e legais, ou entre imigrantes econômicos e refugiados.

O esboço pede que governos "eduquem" jornalistas, incluindo diretrizes de "terminologias" que devem usar e a "organizar 'festivais culinários' para celebrar o multiculturalismo".

O inconveniente do documento está contido no Objetivo 15, o qual pede a incorporação de necessidades sanitárias aos imigrantes, levando em consideração o Framework of Priorities and Guiding Principles to Promote the Health of Refugees and Migrants [Quadro de Prioridades e Princípios-Guia para Promover a Saúde de Refugiados e Migrantes] da Organização Mundial da Saúde.

Esse quadro pede que se dê prioridade a "serviços de saúde reprodutiva", o que significa acesso ao aborto e à contracepção.

O Concílio Vaticano II chama o aborto de um "crime abominável" (Gaudium et Spes 51).

Fotografia: Pietro Parolin, © Mazur/catholicnews.org.uk, CC BY-SA, #newsTceuacywhs