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21 DE JUNHO-DIA DE SÃO LUIZ GONZAGA-MEDITEMOS SUA LINDA MENSAGEM DADA NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ NO DIA 14.04.2013 AO VIDENTE MARCOS TADEU TEIXEIRA

VÍDEO DA APARIÇÃO: 14.03.2013 - Mensagem de Maria Santíssima e São Luiz Gonzaga - Palestra do Vidente Marcos Tadeu

JACAREÍ, 14 DE ABRIL DE 2013
GRANDE CENÁCULO DO MÊS DE ABRIL

MENSAGEM DE SÃO LUIZ GONZAGA
Comunicada ao Vidente Marcos Tadeu






(SÃO LUIZ GONZAGA): “Amados irmãos Meus, Eu Luiz Gonzaga, exulto de alegria por poder vir dar-vos a Minha primeira Mensagem. Oh, como vos amo! Oh, quanto vos quero bem! Oh, quanto quero ajudar-vos a chegardes à alta santidade para a maior glória de Deus, da Virgem Imaculada e de São José, por isso digo-vos: Renunciai a todo o pecado, porque o pecado mata a vida da graça santificante nas vossas almas. Deplorai o pecado e deixai o pecado de uma vez por todas, para que Satanás não possa ter nenhuma influência sobre vós e para que assim, aumente a influência do Divino Espírito Santo para que com Seus divinos influxos impulsione sempre mais as vossas almas sempre mais à frente no caminho da santidade.

Renunciai a todo o pecado, pois o pecado corta o elo divino que vos une ao Senhor, que vos une à Mãe de Deus e com isso, vós perdeis as graças necessárias para a vossa santificação tornando-vos cada vez mais tíbios, lânguidos e cada vez mais obscurecidos pelas trevas do mal. Se renunciardes ao pecado, a vossa alma, bem unida, ligada ao Senhor e à Mãe de Deus receberá Deles os influxos necessários, as graças necessárias para a vossa santificação, e então vos digo: Nem todo o inferno poderá fazer nada contra vós. Se o vosso amor for verdadeiro, se o vosso amor for fiel e puro, ainda que tenhais pequenos defeitos na vossa pessoa, isso não vos impedirá de serdes santos, nem mesmo a privação de tantas coisas que amais vos impedirá de serdes santos.

O amor, o verdadeiro amor dentro de vós será decisivo para a vossa santificação. Não sejais daqueles que coam um mosquito e engolem um camelo, ou seja, que se preocupam com coisas vãs e insignificantes e deixam crescer cada vez mais o pecado na vossa alma. Oh, não! Não vivais em paz com os vossos pecados, pois se isto fizerdes a vossa alma certamente se condenará. Fazei guerra aos vossos defeitos e pecados e junto com a oração crescei cada vez mais em boas obras diante de Deus. Pouco e nada vale rezar, mas não fazer guerra aos próprios defeitos e pecados, pouco e nada vale manter uma aparência exterior de ser servo de Deus, se o interior está completamente carcomido pelo cupim do pecado, especialmente daqueles pecados que vós não mortificais, contra os quais não lutais e que deixais silenciosamente carcomer a vossa alma como um cupim voraz. Oh, não! Extirpai até o mínimo pecado do vosso coração para que então, ele seja belo, puro, santo, íntegro, honesto, verdadeiro servo do Senhor e então a vossa oração será aceita pelo Senhor com agrado e prazer. E então Ele realizará nas vossas vidas o Seu Plano de Amor e até muitas graças que vós Lhe pedis na oração. A Oração só é agradável ao Senhor quando acompanhada do sim do coração, do esforço sincero por vencer o pecado, combater os defeitos e crescer no caminho da santidade. Se pelo menos tiverdes esta intenção pura, este desejo, já é o suficiente para que a vossa oração seja acolhida no Céu e realize na vossa vida grandes milagres, grandes graças retumbantes de amor.

Eu, Luiz, vos peço: Renunciai a todo pecado, pois o pecado é o causador de todos os males, dores, discórdias, guerras, tragédias e infelicidade que existem e acontecem no mundo. Se os homens renunciassem ao pecado eram abençoados por Deus e Deus lhes daria uma vida tão harmoniosa, tão bela e tão pacífica quanto aquela que os primeiros Pais tinham no Paraíso. Propagai mais o Santo Rosário, porque o Rosário extirpará as heresias, combaterá os vícios e o pecado, dará às almas a força interior para renunciarem a todo o tipo de pecado e responderem sempre mais sim ao Senhor. Continuai com o Terço das Lágrimas de Sangue, com as Horas de Oração que os Sagrados Corações vos mandaram fazer Aqui, porque com essas orações vossas almas são fortes, os grupos de oração são fortes e através das vossas orações o demônio é sempre mais derrotado no mundo.

Eu, Luiz, prometo rogar por todos vós junto dos Sagrados Corações, para conseguir para vós as graças necessárias para a vossa santificação, mas vós também rezai. Muito do que Eu poderei alcançar para vós não depende só da Minha Oração, mas também da vossa, então, juntos rezemos e alcançaremos o milagre da Divina Misericórdia para este mundo decaído no pecado. E então, as famílias, a juventude, a sociedade, a infância, a Igreja que agora está como uma leprosa repleta de chagas, abertas nela pelos seus próprios pastores, os bispos e sacerdotes que acolheram no seu interior: os erros do progressismo, do modernismo, do comunismo, do protestantismo e de tantos males infernais juntos. Com a Nossa Oração alcançaremos o milagre da Divina Misericórdia que fará a Igreja e a humanidade golpeadas de morte ressuscitarem para um novo tempo de santidade e de graça que Nós do Céu pedimos todos os dias para vós e tanto queremos trazer para vós. Sobre este Santuário, sobre este Local Sagrado, hoje, desce uma abundante chuva de bênçãos dos Sagrados Corações de Jesus, da Mãe de Deus e principalmente de São José, porque hoje Ele olha com agrado, com predileção e com suma alegria para a grande Imagem do Seu Amantíssimo Coração colocada Aqui no pátio deste Santuário. Sim, através desta nova Imagem o Coração de São José multiplicará ainda mais as Suas graças, as Suas bênçãos e converterá muitos corações endurecidos.

Em verdade Eu digo: Todo aquele que se ajoelhar perante esta Imagem e com o coração sincero suplicar o auxílio de São José, a essa alma, a esse filho será mostrada a estrada segura da santidade e esta alma caminhará com passo firme na estrada da perfeição, pois não somente São José, mas também Eu e todos os Santos do Paraíso pegaremos a mão desta pessoa e conduziremos esta alma seguramente à gloria do Céu.
A todos vós hoje, abençoo com grande amor e especialmente a ti Marcos, que há tantos anos sei que Me amas, sei que Me rezas e sei que sempre estas Comigo.”

(Marcos:) “Sim... Até breve! Volte logo sim, amado Luiz!”




São Luís Gonzaga (1568 – 1591)

21 de junho

Padroeiro da juventude

“...Porém é um só e o mesmo espírito quem faz tudo isso. Ele dá um Dom diferente para cada pessoa, conforme ele quer”. (1 Cor. 12, 11)

A vida de nosso jovem

O dia 09 de março amanhece cheio de expectativa no Castelo de Castiglione, a nobre Laura Gonzaga esta para dar a luz ao primogênito de seus 8 filhos. Os trabalhados de parto estavam difíceis e todos lá temiam pela vida da mãe e da criança. Foi então que, por inspiração divina, Dona Laura fez uma promessa a Nossa Senhora de Loreto, de consagrar-lhe esse primeiro filho e de levá-lo em peregrinação ao seu santuário, tão logo ambos se recuperassem. Imediatamente o menino nasceu, e com grande alegria. Puseram-lhe o nome de Luís, Luís de Gonzaga.
O recém-nascido haveria de ser a maior glória da dinastia dos Gonzaga, uma das mais ilustres de toda a Itália. Seu pai, Fernando Gonzaga, era Marquês de Castiglione e príncipe do Sacro Império.
Desde muito pequeno, Luis gostava de ouvir falar de Deus; da mãe herdara a piedade e as virtudes cristãs e do pai o espírito determinado e corajoso dos militares.
Aos 5 anos, o pequeno nobre, recebe de presente de seu pai, uma pequena armadura, elmo espadinha e um pequeno arcabuz de verdade; assim fardado foi levado para o acampamento e para revista das tropas.
Luís gostava de estar junto das tropas, imitava seus gestos e muitas vezes até os palavrões, sem saber o que significavam. Foi então que seu tutor chamou sua atenção dizendo que aquela não era linguagem de lábios limpos e puros. Luis comoveu-se as lagrimas e por toda a sua vida dizia que aquele episódio marcou a sua conversão, tinha somente 5 anos.
A partir dos 7 anos, despertou de maneira mais intensa o interesse pela vida de oração e pela vida espiritual. Em seu coração nutria um grande amor pela Santíssima Virgem Maria e para ela dispensava longas e carinhosas manifestações de sua devoção.
Apesar dos fortes apelos da sociedade e das outras crianças da época, que sonhavam com as glórias das conquistas militares e das honras da nobreza, o pequeno Luis cada dia crescia nas virtudes cristãs.
Aos 9 anos de idade consagrou sua vida a Virgem Maria, fazendo voto de castidade perpétua, muito embora sem o conhecimento de seus pais.
Quando tinha 10 anos, durante uma das viagens de seus pais, recebeu, no castelo, o então cardeal-arcebispo de Milão, São Carlos Borromeu. Este ficou encantado com a pureza e santidade, tendo declarado: “Que jamais encontrara jovem que, em tal idade, atingisse tão elevada perfeição”. O próprio cardeal administrou-lhe a primeira comunhão, aconselhando-o a pratica da comunhão freqüente e a leitura do catecismo romano.
Luis crescia em idade e sabedoria diante de Deus e dos homens, a meditação continua tornou-se hábito constante a ponto de um de seus criados afirmar: “Todos seus pensamentos estavam fixos em Deus. Fugia dos jogos, dos espetáculos e das festas. Se dizíamos algum palavrão, logo chamava-nos e repreendia-nos com toda caridade”.
Viveu em plena época do renascimento, estudou as línguas clássicas, chegando a escrever latim em sua essência. Foi em latim que fez o discurso de saudação ao monarca espanhol Felipe II quando da sua vitória sobre Portugal.
No ano de 1581, com 13 anos, foi levado pelo pai para a Espanha, onde reinava Felipe II. Ele foi para lá para ser pajem dos infantes daquele país.
Aos 16 anos, sentindo no coração imenso desejo de viver totalmente sua vocação dedicada a Deus e ao próximo, apresenta ao marquês, seu pai, suas intenções, que com grande dificuldade deu o seu sim, pois Luis representava a garantia de sucessão!
No dia 1º de novembro de 1585, aos 17 anos, diante dos pais e parentes mais próximos, Luis renunciou aos direitos de primogênito, aos bens e aos títulos em favor de seu irmão Rodolfo.

A companhia de Jesus (Jesuítas)

O jovem Luís apresentou-se ao superior da companhia de Jesus, em Roma, tendo 18 anos incompletos. Foi aceito como noviço, e como tal, mostrou-se espiritualmente preparado para vida sacerdotal e religiosa.
Para ele era sempre uma alegria poder ajudar na cozinha e na limpeza da casa. Visitava doentes e encarcerados. Não tinha vergonha de percorrer as ruas de Roma para esmolar, com um saco as costas, o que era necessário para a comunidade.
Dedicava-se de corpo e alma à contemplação da vida de Cristo, principalmente a Paixão e Morte de Jesus.
Cultivava grande devoção a Virgem Maria, ao Santíssimo Sacramento e ao seu anjo da guarda, em todas as ocasiões, mantinha uma profunda intimidade com Deus, meditava por horas seguidas, a Paixão de Jesus e para todos dizia: “Aquele que não é homem de oração não chegara jamais a um ato grande de santidade nem jamais triunfará sobre si mesmo...”.

A Morte

Tendo recebido a noticia do falecimento de seu pai, Luis teve que ir a Castiglione para resolver a discórdia surgida entre seu irmão Rodolfo e o tio por causa da herança e de terras. Graças a sua intervenção as duas partes entraram em acordo e fizeram as pazes.
Ao voltar a Roma, no entanto, teve que enfrentar a situação difícil que a população estava vivendo. Era o ano de 1591, e uma terrível epidemia espalhou-se pela cidade vitimando centenas de pessoas. Luís empregava seu tempo para tratar os doentes, visitando-os nas casas e ajudando-os a chegarem aos hospitais.
Seu zelo era incomparável e incansável era em querer salvar a todos, tanto das enfermidades do corpo como da alma. Luis Gonzaga era um exemplo edificante para todos, superiores, colegas, parentes, amigos e principalmente para o povo sofrido e marginalizado da época.
Carregava os doentes nas costas, apesar de seu corpo magro e frágil. Acabou sendo vitimado do contágio da epidemia e ao adoecer teve o carinho e o cuidado dos irmãos Jesuítas, que se revezavam em atendê-lo, pois para todos o jovem Luis era um santo já em vida.
Luis Gonzaga faleceu santamente no dia 21 de junho de 1591, com apenas 23 anos de idade. Seu exemplo e testemunho marcaram gerações de jovens; e no ano de 1926, o Papa Pio XI o proclamou “Celeste Patrono da Juventude”.

Oremos:

São Luis Gonzaga, que vivestes um amor tão intenso a Deus e um amor tão dedicado ao próximo, que não vos importastes de carregar os doentes encontrados pelo caminho, ajudai-nos a viver nossa vocação!
Vossa pureza seja estímulo para que os jovens, mergulhados num mundo de violência e de malícia, possam se manter afastados dos vícios e saibam valorizar a juventude como tempo privilegiado da vida.
Animai-nos sempre com vosso exemplo e com vossa intercessão!
Amém!



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