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Bispo sugere: abolir o celibato é encobrir o fracasso dos prelados liberais

O bispo espanhol Rafael Escudero López-Brea, de 57 anos, de Moyobamba (Peru), argumentou em uma corajosa intervenção no Sínodo da Amazônia contra a pressão do documento de trabalho para abolir o celibato (transcrição em InfoVaticana.com, 8 de outubro).

Escudero explicou que ordenar "anciãos" como meros administradores dos sacramentos sem poder ensinar e governar transformaria os sacerdotes em "funcionários" eucarísticos e [sob o pretexto de ser "pastoral"] e, assim, deixariam de ser pastores.

Este conceito errôneo do sacramento da Ordem Sagrada não vem da Revelação - acrescentou Escudero -, mas de tribos da Amazônia que alternam seus líderes.

O bispo lembrou que a maioria dos nativos [e bispos] não é católica e ainda precisa aprender que Cristo é o único Salvador dos homens.

Ele também enfatizou que não há "falta de vocações" nessas dioceses e comunidades religiosas que obedecem à doutrina católica e vivem a espiritualidade cristã.

Em outras palavras: a falta de sacerdotes é causada por bispos modernistas que estão exigindo abolir o celibato para encobrir seu fracasso.

Fotografia: Rafael Escudero López-Brea, #newsMdfmlbhlfj