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O Sínodo deles: Francisco revela ativistas-gay escolhidos a dedo

O Vaticano publicou, em 21 de setembro, uma lista dos participantes do Sínodo Pan-Amazônico.

Os 185 membros votantes, majoritariamente de países amazônicos, incluem os 13 líderes dos dicastérios do Vaticano.

Dentre os "convidados especiais" de Francisco estão defensores do aborto e da contracepção, como o ex-secretário das Nações Unidas, Ban Ki Moon, e o economista preferido de Francisco, Jeffrey Sachs, bem como os líderes de dois serviços de assistência dos bispos alemães, que estão patrocinando o Sínodo: Michael Heinz (Adveniat) and Pirmin Spiegel (Misereor).

22 participantes foram escolhidos pessoalmente por Francisco. Eles são ativistas-gay e/ou bajuladores de plantão.

Dentre eles estão os membros do Conselho de Cardeais, incluindo os cardeais Marx e o escandaloso cardeal Rodríguez Maradiaga. Os mais notórios ativistas-gay escolhidos a dedo são:

• O cardeal Schönborn, de Viena, que organiza regularmente eventos relacionados aos gays em sua catedral.

• O arcebispo da Cúria, Paglia, que subverteu tanto a Pontifícia Academia para a Vida quanto o Instituto Romano João Paulo II.

• O bispo de San Diego, McElroy, que preside Eucaristias gays e promoveu um homem que vive em um pseudo-matrimônio gay como “associado pastoral”.

• O bispo de Albano, Semeraro, que “defendeu” Francisco contra cardeais católicos e foi visitadopor ele privadamente em 2017 e hoje (21 de setembro).

• O cardeal Bertello, que bloqueou a reforma financeira do cardeal Pell, mergulhando o Vaticano em uma

emergência financeira.

• O bispo argentino Macín, que recebeu adúlteros impenitentes em “plena comunhão” [consigo] enquanto excluía católicos.

• O bispo Sánchez Sorondo, que chamou o pontificado de Francisco de “momento mágico”.

Há apenas uma voz católica neste deserto amazônico: o cardeal Robert Sarah, prefeito da Congregação para o Culto Divino.

Fotografia: © Mazur, CC BY-NC-SA, #newsBixpletixv