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Papa Francisco: as suas últimas palavras. Por Gianni Toffali

O mundo interroga-se porque é que Bergoglio foi o Papa mais celebrado da história da Igreja.

Aclamado, aplaudido, glorificado, louvado e engrandecido, note-se bem, não pelos católicos (que, pelo contrário, lhe teceram críticas consideráveis), mas por ateus, agnósticos, pagãos, maçons e seguidores de todas as religiões.

É impossível resumir em poucas linhas as muitas razões pelas quais o Papa Francisco quase (mas não totalmente) conseguiu ultrapassar em fama o superior que era suposto servir.

O destronamento do Altíssimo e a entronização de si próprio são facilmente perceptíveis nas últimas palavras de Francisco aos seus fiéis seguidores.

Os seus antecessores deixaram a dimensão terrena com os olhos virados para cima. As últimas palavras de Pio VI, Papa deposto e exilado: "Senhor, perdoa-lhes".

As últimas palavras do Papa Pio VIII: "Senhor, sempre acreditei, agora acredito".

As últimas palavras de Pio IX: "Proteja a Igreja que tanto amei".

As últimas palavras do Papa Leão XIII em latim: "Valete omnes".

As últimas palavras do Papa Pio XI: "Tudo pertence a Deus, tudo é para Deus".

As últimas palavras do Papa Paulo VI: "Pater Noster".

As últimas palavras de João Paulo II: "Deixe-me ir para a casa de meu Pai".

E, finalmente, as últimas palavras de Bento XVI: "Senhor, eu amo-te!"

Quais foram as últimas palavras do Papa Francisco? "Obrigado por me ter trazido à praça".

Com doze anos de mimos papais cá em baixo, livrar-se da concorrência foi uma brincadeira de crianças! Se o patrão gostou, não sabemos.

Tradução de IA
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