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San Rafael: o bispo Taussig continua mentindo

O bispo de San Rafael - Argentina, Eduardo Taussig, o assassino “conservador” do seu seminário, defendeu seu crime durante um programa de TV local de 40 minutos (7 de agosto) diante de dois jornalistas obsequiosos.

Taussig não deu uma única razão séria para o seu ato dramático, mas novamente culpou a "Santa Sé" pela decisão, especificamente o cardeal Beniamino Stella, que dirige a Congregação para o Clero.

Taussig informa que falou ao telefone por mais de uma hora com Stella, que “confirmou” uma suposta “necessidade de fechar o seminário diocesano”. A palavra "confirmou" prova que Taussig estava por trás da decisão, não Stella.

Mesmo assim, ele continuou a enganar o público durante o programa dizendo que ele tinha que ser “obediente” a Roma. Depois de repetir essa falsa declaração, Taussig continuou coçando o pescoço e a bochecha, o que na linguagem corporal está relacionado a emoções negativas ou mentira.

Ele explicou que matou o seminário porque os padres “que saíram desse seminário” se recusaram a obedecer ao decreto [injusto] do coronavírus que impunha a Comunhão nas mãos.

Em muitos países, a Comunhão na mão não foi introduzida, e isso não contribuiu para um aumento da disseminação do vírus.

A teoria errada de Taussig é que existem “diferentes formas de receber a Comunhão” e que “nenhuma” esgota a “riqueza da Eucaristia”. Simultaneamente, ele tenta denegrir o recebimento da Comunhão que supostamente “transmite a saliva de uma pessoa para outra”, enquanto que tomar a Comunhão com as mãos é como “os mártires” a recebiam.

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