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Cemitérios normais: "fossas comuns" canadenses se mostraram ser uma farsa

A suposta recente "descoberta" de restos mortais em 182 túmulos "não marcados" na antiga Kootenay Indian Residential School em Cranbrook, Colúmbia Britânica, Canadá, não era inesperada, disse a ex-chefe da área Sophie Pierre a GlobalNews.ca (2 de julho).

A existência do cemitério não era um mistério, apenas as cruzes de madeira que originalmente marcavam os túmulos se deterioraram ao longo dos anos. “Não há descoberta, sabíamos que estava lá, é um cemitério”, disse Pierre. “O fato de haver sepulturas dentro de um cemitério não deveria ser uma surpresa para ninguém”.

A escola Kootenay operou nentre 1890 e 1970 pelos Missionários Oblatos de Maria Imaculada e, mais tarde, pelo governo canadense para a educação dos índios canadenses.

Após falsas "descobertas" de cemitérios na escola canadense, haters da Igreja, promovidos pela mídia dos oligarcas, acusaram a Igreja de "genocídio". Como consequência desta campanha difamatória, cerca de vinte(!) igrejas no Canadá foram incendiadas ou vandalizadas. Abaixo está um vídeo da paróquia de St Jude em Vancouver, Colúmbia Britânica, vandalizada em 1º de julho.

Nas escolas residenciais desejadas e parcialmente administradas pelo governo desde o século XIX para a educação de índios canadenses, alguns dos alunos morreram ao longo das décadas, durante um período em que a mortalidade infantil era relativamente alta devido a doenças que naquele tempo eram incuráveis.

As falsas descobertas foram usadas para promover a propaganda de cancelamento da esquerda, renomear lugares, incendiar igrejas, derrubar estátuas, eliminar o "Dia do Canadá", demonizar a história canadense e incitar o ódio racial e o masoquismo nacional. O modelos para isso é a desnazificação que foi aplicada à Alemanha após a Segunda Guerra Mundial.

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